Você saiu do banco e provavelmente tem direitos não pagos

Anos de 7ª e 8ª hora, cargo de confiança indevido e doenças ocupacionais não reconhecidas. Você tem até 2 anos para buscar seus direitos. Comece agora.

Advogada trabalhista Mariana Giongo, com atuação em causas de bancários, especialmente contra Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

Gratuito · Sem compromisso · Honorários só no êxito

+15 anosde experiência em trabalhista bancário
Honorário só no êxitovocê não paga antecipado
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Antes de desistir, verifique se você se encaixa

Se você marcar pelo menos um desses itens, pode ter direitos trabalhistas não cobrados.

  • 01.Trabalhei mais de 6 horas diárias no banco
  • 02.Fui enquadrado como "cargo de confiança" pelo banco
  • 03.Saí do banco por aposentadoria ou demissão nos últimos 2 anos
  • 04.Desenvolvi LER, DORT, burnout ou ansiedade no trabalho
  • 05.Não recebi ou recebi valores menores na rescisão
  • 06.Nunca consultei um advogado trabalhista sobre esses direitos

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Os direitos que mais escapam dos bancários

Ao sair do banco, muitos funcionários não sabem que podem ter cobranças legítimas que prescrevem em apenas 2 anos após a rescisão

7ª e 8ª hora não paga

A CLT (art. 224) garante ao bancário jornada de 6 horas diárias. Qualquer hora trabalhada além disso — até completar 8 horas — é hora extra. Na prática, a maioria dos bancos escala funcionários para 8 horas sem pagar essa diferença.

Cada ano com 2h extras diárias pode representar mais de 500 horas extras devidas.

Cargo de confiança indevido

Para ampliar a jornada para 8 horas sem pagar hora extra, o banco enquadra o funcionário como "cargo de confiança" (art. 224, §2º). Mas esse enquadramento exige fidúcia especial real — gerentes operacionais, caixas e assistentes raramente se encaixam.

Cargo de confiança indevido cancela o direito do banco de ampliar a jornada — as horas extras voltam a ser devidas.

LER, DORT e burnout não reconhecidos

A pressão por metas, a digitação contínua e o ambiente de estresse constante em bancos geram doenças ocupacionais reais. Quando o nexo com o trabalho não é reconhecido, o bancário perde estabilidade acidentária e indenização por danos morais.

A estabilidade acidentária garante 12 meses de proteção após o retorno — mesmo após aposentadoria por invalidez.

O que entra no cálculo de uma ação de bancário

Valores são ilustrativos. O resultado real depende de ano de saída, salário, cargo e provas disponíveis.

Pedidos mais frequentes em ações de bancários
PedidoBase legalReferência de volume
7ª e 8ª hora extrasArt. 224 CLT2h × dias úteis × 5 anos
Reflexos em férias + 1/3Arts. 142/148 CLT+15% sobre horas extras
Reflexos em 13º salárioLei 4090/62+8,33% sobre horas extras
Reflexos em FGTS + multa 40%Lei 8036/90+46,4% sobre horas extras
Adicional de função (incorporação)Súmula 372 TSTDepende do tempo no cargo
Danos morais (quando aplicável)Art. 223-G CLTAvaliado caso a caso

A avaliação gratuita inclui uma estimativa personalizada com base nos documentos do seu caso.

Como funciona o atendimento

Atuação especializada em causas de bancários

Causas de bancários têm particularidades que um escritório generalista pode deixar passar:o divisor correto (180 ou 220), a jurisprudência do TRT-PR sobre fidúcia especial, os acordos coletivos das principais instituições e a forma como o TST tem interpretado a Súmula 102 nos últimos anos.

Nos casos em que atuo, é comum encontrar funcionários que saíram do banco sem saber que trabalharam durante anos em jornada irregular — e que o prazo para recuperar esses valores está correndo. A análise do caso começa pelo histórico funcional completo.

“A maioria dos bancários que me procura não sabia que tinha direito à 7ª e 8ª hora. O banco aplica o cargo de confiança de forma tão ampla que virou padrão — mas continua sendo ilegal quando os requisitos legais não estão presentes.”
— Dra. Mariana Giongo, OAB/PR 62.207
01

Avaliação do histórico funcional

Análise do cargo exercido, das escalas de trabalho, dos holerites e da evolução salarial para identificar os pedidos mais sólidos para o seu caso.

02

Abertura de reclamatória trabalhista

Propositura da ação no TRT-PR com todos os pedidos pertinentes: 7ª/8ª hora, cargo de confiança indevido, horas extras, adicional de função e danos morais, quando aplicável.

03

Negociação de acordo vantajoso

Atuação em audiência de conciliação para obter o melhor acordo possível — com alinhamento claro sobre valores, prazos e riscos antes de qualquer decisão.

04

Recursos no TRT e TST

Caso a sentença de primeira instância não seja favorável em pontos importantes, atuação nos recursos cabíveis no TRT-PR e, quando pertinente, no Tribunal Superior do Trabalho.

Perguntas frequentes dos bancários

Já me aposentei do banco. Ainda posso entrar com ação?

Sim — mas o prazo é curto e começa a contar a partir da data da rescisão do contrato. A lei trabalhista estabelece prazo de 2 anos após o encerramento do vínculo para ingressar com ação, podendo cobrar os últimos 5 anos. Quanto antes o caso for avaliado depois da saída do banco, maiores as possibilidades de recuperar os valores. Se você saiu há mais de 2 anos, consulte para verificar se há outras possibilidades no caso concreto.

Como provar a 7ª e 8ª hora se o banco tem controle de ponto?

A prova do ponto é o ponto de partida. Mas quando o ponto não reflete a jornada real (o que é comum em bancos, onde é frequente o "espelho falso"), outras provas entram em cena: depoimentos de colegas, e-mails e mensagens fora do horário, registros de acesso ao sistema, escalas de trabalho e holerites. Cada caso exige uma análise individualizada dos meios de prova disponíveis.

O que caracteriza cargo de confiança bancário pela CLT?

O art. 224, §2º da CLT estabelece que o bancário que exerce função de direção, gerência, fiscalização, chefia e equivalentes, com fidúcia especial do empregador, pode ter jornada de 8 horas. A fidúcia especial exige poderes reais de decisão, gestão de pessoas e acesso a informações privilegiadas — não basta o nome do cargo. Gerentes operacionais, subgerentes de atendimento, caixas e assistentes administrativos raramente preenchem esses requisitos.

Qual o valor que pode ser recuperado em uma ação de 7ª/8ª hora?

O valor depende do salário, do tempo no banco e dos anos cobertos pela ação (até 5 anos anteriores à rescisão). Em termos gerais: um bancário com salário de R$ 5.000 que trabalhou em jornada de 8h durante 5 anos tem potencial de recuperar valores significativos em horas extras — o cálculo envolve divisor (180 ou 220), adicional de 50% e reflexos em férias, 13º e FGTS. A avaliação gratuita permite estimar os valores do caso específico.

Quanto tempo dura uma ação trabalhista de bancário?

As ações na Vara do Trabalho costumam ter sentença entre 12 a 24 meses após a propositura, podendo ser mais rápidas se houver acordo em audiência de conciliação — o que é frequente em causas de bancários bem documentadas. Há casos resolvidos em 6 meses via acordo. O TRT-PR tem pautas relativamente regulares para audiências, o que contribui para esse prazo.

Qual o custo de contratar a Dra. Mariana para uma ação de bancário?

A avaliação inicial é gratuita e sem compromisso. As ações trabalhistas de bancários são normalmente conduzidas sob honorários de êxito — você não paga antecipadamente; os honorários são um percentual do valor obtido ao final. O percentual exato é definido após análise do caso e combinado antes do início do trabalho.

Avaliação gratuita e sem compromisso

Saiu do banco? Avalie seus direitos antes que o prazo acabe

O prazo para entrar com ação trabalhista é de 2 anos após a rescisão. Cada mês que passa reduz o período que pode ser cobrado.

Atendimento presencial em Curitiba (Água Verde) e online para bancários de todo o Brasil.

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